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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Parábola do semeador; MARCOS 4: 1- 9

E começou de novo a ensinar junto ao mar. Veio até Ele multidão numerosa, de modo que Ele subiu e sentou-se num barco que estava no mar. E todo o povo estava na terra, junto ao mar. 

E ensinava-lhes muitas coisas por meio de parábolas. E dizia-lhes no seu ensinamento. E dizia-lhes no seu ensinamento: 

“Escutai: Eis que o semeador saiu a semear. 

E ao semear, uma parte da semente caiu à beira do caminho, e vieram as aves e a comeram. 

Outra parte caiu em solo pedregoso e, não havendo terra bastante, nasceu logo, porque não havia terra profunda, 

mas, ao surgir o sol, queimo-se e, por não ter raiz, secou. 

Outra parte caiu entre os espinhos; os espinhos cresceram e a sufocaram, e não deu fruto. 

Outras caíram em terra boa e produziram frutos, subindo e se desenvolvendo, e uma produziu trinta, outra sessenta e outra cem”. 

E dizia: “Quem tem ouvido para ouvir, ouça”.  

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Calúnia dos escribas; MARCOS: 3: 22 - 27

22 E os escribas que haviam decido de Jerusalém diziam: “Está possuído por Beelzebu”, e também “É pelo príncipe dos demônios que Ele expulsa os demônios”. 

23 Chamando-os para junto de si, falou-lhes por parábolas

24 Se um reino se divide contra si mesmo, tal reino não poderá subsistir. 

25 E se uma casa se divide contra si mesma, tal casa não poderá manter-se. 

26 Ora, se Satanás se atira contra si próprio e se divide, não poderá subsistir, mas acabará. 

27 Ninguém pode entrar na casa de um homem forte e roubar os seus pertences, se primeiro não amarrar o homem forte; só então poderá roubar e sua casa.  


II. O ministério de Jesus na Galileia 
Calúnia dos escribas
O Evangelho de Marcos; 3: 22 - 27,
em "A Bíblia de Jerusalém".

Jesus e Belzebu;  3: 20-30, presente também em: O Evangelho de Mateus; 12: 23-32, O Evangelho de Lucas; 11: 14 -2312: 10, em "A Bíblia na Linguagem de Hoje" e, em "Bíblia Sagrada"  traduzida por João Ferreira de Almeida, A blasfêmia dos escribas; 3: 20 - 30, presente também em:
O Evangelho de Mateus; 12: 23-32, O Evangelho de Lucas; 11: 14 -23.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Parábola dos talentos; MATEUS; 25: 14-30

14Pois será como um homem que, viajando para o estrangeiro, chamou os seus próprios servos e entregou-lhes os seus bens. 
15A um deu cinco talentos, a outro dois, a outro um. A cada um de acordo com a sua capacidade. E partiu. Imediatamente, 
16o que recebera cinco talentos saiu a trabalhar com eles e ganhou outros cinco. 
17Da mesma maneira, o que recebera dois ganhou outros dois. 
18Mas aquele que recebera um só tomou-o e foi abrir uma cova no chão. E enterrou o dinheiro do seu senhor. 
19Depois de muito tempo, o senhor daqueles servos voltou e pôs-se a ajustar contas com eles. 
20Chegando aquele que recebera cinco talentos, entregou-lhe outros cinco, dizendo: 'Senhor, tu me confiaste cinco talentos. Aqui estão outros cinco que ganhei'. 
21Disse-lhe o senhor: 'Muito bem, servo bom e fiel! Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei. Vem alegrar-te com o teu senhor!'" 
22Chegando também o dos dois talentos, disse: 'Senhor, tu me confiaste dois talentos. Aqui estão outros dois talentos que ganhei'. 
23Disse-lhe o senhor: 'Muito bem, servo bom e fiel! Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei. Vem alegrar-te com o teu senhor!' 
24Por fim, chegando o que recebera um talento, disse: 'Senhor, eu sabia que és um homem severo, que colhes onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste. 
25Assim, amedrontado, fui enterrar o teu talento no chão. Aqui tens o que é teu'. 
26A isso respondeu-lhe o senhor: 'Servo mau e preguiçoso, sabias que eu colho onde não semeei e que ajunto onde não espalhei? 
27Pois então devias ter depositado o meu dinheiro com os banqueiros e, ao voltar, eu receberia com juros o que é meu. 
28Tirai-lhe o talento que tem e dai-o àquele que tem dez, 
29porque a todo aquele que tem será dado e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem será tirado. 
30Quanto ao servo inútil, lançai-o fora nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes!' 

VI. O advento próximo do Reino dos Céus 
2. DISCURSO ESCATOLÓGICO
Parábola dos talentos;
O Evangelho de Mateus;25: 14-30
em "A Bíblia de Jerusalém"


Os três empregados; 25: 14-30
presente também em:
O evangelho de Lucas; 19: 11-27,
em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
A parábola dos talentos; 25: 14-30.



Comentário



Wanderley Oliveira




  • Ermance Dufaux (Espírito)



  1. Laços de Afeto, no capítulo 20, Plenitude na gratidão, cita Mateus; 25:29.


Parábola das dez virgens; MATEUS; 25: 1-13

1Então o Reino dos Céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do noivo. 
2Cinco eram insensatas e cinco, prudentes. 
3As insensatas, ao pegarem as lâmpadas, não levaram azeite consigo, 
4enquanto as prudentes levaram vasos de azeite com suas lâmpadas. 
5Atrasando o noivo, todas elas acabaram cochilando e dormindo. 
6Quando foi aí pela meia- noite, ouviu-se um grito: 'O noivo vem aí! Saí ao seu encontro!' 7Todas as virgens levantaram-se, então, e trataram de aprontar as lâmpadas. 
8As insensatas disseram às prudentes: 'Dai-nos do vosso azeite, porque as nossa lâmpadas estão se apagando'. 
9As prudentes responderam: 'De modo algum, o azeite poderia não bastar para nós e para vós. Ide antes aos que vendem e comprai para vós'. 
10Enquanto foram comprar o azeite, o noivo chegou e as que estavam prontas entraram com ele para o banquete de núpcias. E fechou-se a porta. "Finalmente, chegaram as outras virgens, dizendo: 'Senhor, senhor, abre-nos!' 
12Mas ele respondeu: 'Em verdade vos digo: não vos conheço!' 
13Vigiai, portanto, porque não sabeis nem o dia nem a hora. 

VI. O advento próximo do Reino dos Céus 
2. DISCURSO ESCATOLÓGICO
Parábola das dez virgens; 
O Evangelho de Mateus;25: 1-13
em "A Bíblia de Jerusalém"


As dez moças; 25: 1-13
em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
A parábola das dez virgens; 25: 1-13.

Parábola do mordomo; MATEUS; 24: 45-51

45Quem é, pois, o servo fiel e prudente que o senhor constituiu sobre a criadagem, para dar-lhe o alimento em tempo oportuno? 
46Feliz daquele servo que o Senhor, ao chegar, encontrar assim ocupado. 
47Em verdade vos digo, ele o constituirá sobre todos os seus bens. 
48Se aquele mau servo disser em seu coração: 'Meu senhor tarda', 
49e começar a espancar os seus companheiros, a comer e beber em companhia dos bebedores, 
50o senhor daquele servo virá em dia imprevisto e hora ignorada. 
51Ele o partirá ao meio e lhe imporá a sorte dos hipócritas. Ali haverá choro e ranger de dentes. 

VI. O advento próximo do Reino dos Céus 
2. DISCURSO ESCATOLÓGICO
Parábola do mordomo; 
O Evangelho de Mateus;24: 45-51
em "A Bíblia de Jerusalém"


O empregado fiel e o infiel; 24: 45-51
presente também em:
O evangelho de Lucas; 12: 41-48,
em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
A parábola do bom servo e do mau; 24: 45-51,
presente também em:

O evangelho de Lucas; 12: 42-46.

Parábola da figueira; MATEUS; 24:32-36

32Aprendei da figueira esta parábola: quando o seu ramo se torna tenro e as suas folhas começam a brotar, sabeis que o verão está próximo. 
33Da mesma forma também vós, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, às portas. 
34Em verdade vos digo que esta geração não passará sem que tudo isso aconteça. 35Passarão o céu e a terra. Minhas palavras, porém, não passarão. 
36Daquele dia e da hora, ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas só o Pai. 

VI. O advento próximo do Reino dos Céus 
2. DISCURSO ESCATOLÓGICO
Parábola da figueira; 
O Evangelho de Mateus;24:32-36
em "A Bíblia de Jerusalém"


A lição da figueira; 24:32-35
presente também em:
O evangelho de Marcos; 13: 28-31,
O evangelho de Lucas; 21: 29-33,
em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
A parábola da figueira; Exortação à vigilância; 24:32-44,
presente também em:

O evangelho de Marcos; 13: 28-37,
O evangelho de Lucas; 21: 29-36.

Parábola do banquete nupcial; MATEUS; 22: 1- 14

1Jesus voltou a falar-lhes em parábolas e disse: 
2"O Reino dos Céus é semelhante a um rei que celebrou as núpcias do seu filho. 
3Enviou seus servos para chamar os convidados para as núpcias, mas estes não quiseram vir. 
4Tornou a enviar outros servos, recomendando: 'Dizei aos convidados: eis que preparei meu banquete, meus touros e cevados já foram degolados e tudo está pronto. Vinde às núpcias'. 
5Eles, porém, sem darem a menor atenção, foram-se, um para o seu campo, outro para o seu negócio, 
6e os restantes, agarrando os servos, os maltrataram e os mataram. 
7Diante disso, o rei ficou com muita raiva e, mandando as suas tropas, destruiu aqueles homicidas e incendiou-lhes a cidade. 
8Em seguida, disse aos servos: 'As núpcias estão prontas, mas os convidados não eram dignos. 
9Ide, pois, às encruzilhadas e convidai para as núpcias todos os que encontrardes'. 
10E esses servos, saindo pelos caminhos, reuniram todos os que encontraram, maus e bons, de modo que a sala nupcial ficou cheia de convivas. 
11Quando o rei entrou para examinar os convivas, viu ali um homem sem a veste nupcial 12e disse-lhe: 'Amigo, como entraste aqui sem a veste nupcial?' Ele, porém, ficou calado. 13Então disse o rei aos que serviam: 'Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o fora, nas trevas exteriores. Ali haverá choro e ranger de dentes'. 
14Com efeito, muitos são chamados, mas poucos escolhidos". 

VI. O advento próximo do Reino dos Céus 
1. PARTE NARRATIVA 
Parábola do banquete nupcial; 
O Evangelho de Mateus;22: 1- 14
em "A Bíblia de Jerusalém"



A festa de casamento; 22: 1- 14
presente também em:
O evangelho de Lucas; 14: 15-25,
em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
A parábola das bodas; 22: 1- 14.


Comentários


Divaldo Franco
  • Joanna de Ângelis(Espírito):


  1. Jesus e o Evangelho - à Luz da Psicologia profunda, no capítulo Convidados e Aceitos, cita Mateus: 22:14 e O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 18, item 2.


Parábola dos vinhateiros homicidas; MATEUS; 21: 33-46

33Escutai outra parábola. Havia um proprietário que plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, abriu nela um lagar e construiu uma torre. Depois disso, arrendou-a a vinhateiros e partiu para o estrangeiro. 
34Chegada a época de colheita, enviou os seus servos aos vinhateiros, para receberem os seus frutos. 
35Os vinhateiros, porém, agarraram os servos, espancaram um, mataram outro e apedrejaram o terceiro. 
36Enviou de novo outros servos, em maior número do que os primeiros, mas eles os trataram da mesma forma. 
37Por fim, enviou-lhes o seu filho, imaginando: 'Irão poupar o meu filho'. 
38Os vinhateiros, porém, vendo o filho, confabularam: 'Este é o herdeiro: vamos! matemo-lo e apoderemo-nos da sua herança'. 
39Agarrando-o, lançaram-no para fora da vinha e o mataram. 
40Pois bem, quando vier o dono da vinha, que irá fazer com esses vinhateiros?" 41Responderam-lhe: "Certamente destruirá de maneira horrível esses infames e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que entregarão os frutos no tempo devido". 
42Disse-lhes então Jesus: "Nunca lestes nas Escrituras: 'A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; pelo Senhor foi feito isso e é maravilha aos nossos olhos'? 
43Por isso vos afirmo que o Reino de Deus vos será tirado e confiado a um povo que produza seus frutos". 
[44
45Os chefes dos sacerdotes e os fariseus, ouvindo as suas parábolas, perceberam que se referia a eles. 
46Procuravam prendê-lo, mas ficaram com medo das multidões, pois que elas o consideravam um profeta.
 
VI. O advento próximo do Reino dos Céus 
1. PARTE NARRATIVA 
O Evangelho de Mateus;21: 33-46
em "A Bíblia de Jerusalém"


Os lavradores maus; 21: 33-46
presente também em:
O evangelho de Marcos; 12: 1-12,
O evangelho de Lucas; 20: 9-19,
em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
A parábola dos lavradores maus;21: 33-46,
presente também em:

O evangelho de Marcos; 12: 1-12,
O evangelho de Lucas; 20: 9-19.

Parábola dos dois filhos; MATEUS; 21: 28-32

28"Que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Dirigindo-se ao primeiro, disse: 'Filho, vai trabalhar hoje na vinha'. 
29Ele respondeu: 'Não quero'; mas depois, reconsiderando a sua atitude, foi. 
30Dirigindo-se ao segundo, disse a mesma coisa. Este respondeu: 'Eu irei, senhor'; mas não foi. 
31Qual dos dois realizou a vontade do pai?" Responderam-lhe: "O primeiro". Então Jesus lhes disse: "Em verdade vos digo que os publicanos e as prostitutas estão vos precedendo no Reino de Deus. 
32Pois João veio a vós, num caminho de justiça, e não crestes nele. Os publicanos e as prostitutas creram nele. Vós, porém, vendo isso, nem sequer reconsiderastes para crer nele. 

VI. O advento próximo do Reino dos Céus 
1. PARTE NARRATIVA 
O Evangelho de Mateus; 21: 28-32
em "A Bíblia de Jerusalém"


Os dois filhos; 21: 28-32
em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
A parábola dos dois filhos;  21: 28-32.

Parábola dos trabalhadores da vinha; MATEUS; 20: 1-19

1Porque o Reino dos Céus é semelhante a um pai de família que saiu de manhã cedo para contratar trabalhadores para a sua vinha. 
2Depois de combinar com os trabalhadores um denário por dia, mandou-os para a vinha. 3Tornando a sair pela hora terceira, viu outros que estavam na praça, desocupados, 
4e disse-lhes: 'Ide, também vós para a vinha, e eu vos darei o que for justo'. 
5Eles foram. Tornando a sair pela hora sexta e pela hora nona, fez a mesma coisa. 
6Saindo pelo hora undécima, encontrou outros que lá estavam e disse-lhes: 'Por que ficais aí o dia inteiro desocupados? 
7Responderam: 'Porque ninguém nos contratou'. Disse-lhes: 'Ide, também vós, para a vinha'. 
8Chegada a tarde, disse o dono da vinha ao seu administrador: 'Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário começando pelos últimos até os primeiros'. 
9Vindo os da hora undécima, receberam um denário cada um. 
10E vindo os primeiros, pensaram que receberiam mais, mas receberam um denário cada um também eles. 
11Ao receber, murmuravam contra o pai de família, dizendo: 
12'Estes últimos fizeram uma hora só e tu os igualaste a nós, que suportamos o peso do dia e o calor do sol'. 
13Ele, então, disse a um deles: 'Amigo, não fui injusto contigo. Não combinaste um denário? 14Toma o que é teu e vai. Eu quero dar a este último o mesmo que a ti. 
15Não tenho o direito de fazer o que eu quero com o que é meu? Ou o teu olho é mau porque eu sou bom?' 
16Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos". Terceiro anúncio da paixão — 
17Quando estavam para subir a Jerusalém, ele tomou os Doze a sós e lhes disse, enquanto caminhavam:
18"Eis que estamos subindo a Jerusalém e o Filho do Homem será entregue aos chefes dos sacerdotes e escribas. Eles o condenarão à morte 
19e o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado. Mas no terceiro dia ressuscitará".


VI. O advento próximo do Reino dos Céus 
1. PARTE NARRATIVA
Parábola dos trabalhadores da vinha;
Evangelho de Mateus; 20: 1-19
em "Bíblia  de Jerusalém".

Os trabalhadores da plantação de uvas; 20: 1-16
e, Jesus anuncia outra vez  a sua morte e ressurreição; 20: 17-19,
presente também em:
O evangelho de Marcos; 10: 32-34,
O evangelho de Lucas; 18: 31-34,
em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
 em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
A parábola dos trabalhadores na vinha; 20: 1-16
e, Jesus ainda outra vez prediz sua morte e ressurreição; 20: 17-19 
presente também em:
O evangelho de Marcos; 10: 32-34,
O evangelho de Lucas; 18: 31-33.


Comentários


Divaldo Franco
  • Joanna de Ângelis(Espírito):


  1. Jesus e o Evangelho - à Luz da Psicologia profunda, no capítulo Últimos e Primeiros, cita Mateus: 20:16 e O Evangelho Segundo o Espiritismo capítulo 20 item 2.


 

Parábola do devedor implacável; MATEUS; 18: 23-35

23Eis porque o Reino dos Céus é semelhante a um rei que resolveu acertar contas com os seus servos. 
24Ao começar o acerto, trouxeram-lhe um que devia dez mil talentos. " 
25Não tendo este com que pagar, o senhor ordenou que o vendessem, juntamente com a mulher e com os filhos e todos os seus bens, para o pagamento da dívida. 
26O servo, porém, caiu aos seus pés e, prostrado, suplicava-lhe: 'Dá-me um prazo e eu te pagarei tudo'. 
27Diante disso, o senhor, compadecendo-se do servo, soltou-o e perdoou-lhe a dívida. 28Mas, quando saiu dali, esse servo encontrou um dos seus companheiros de servidão, que lhe devia cem denários e, agarrando- o pelo pescoço, pôs-se a sufocá-lo e a insistir: 'Paga-me o que me deves'. 
29O companheiro, caindo aos seus pés, rogava-lhe: 'Dá-me um prazo e eu te pagarei'. 30Mas ele não quis ouvi-lo; antes, retirou-se e mandou lançá-lo na prisão até que pagasse o que devia. 
31Vendo os seus companheiros de servidão o que acontecera, ficaram muito penalizados e, procurando o senhor, contaram-lhe todo o acontecido. 
32Então o senhor mandou chamar aquele servo e lhe disse: 'Servo mau, eu te perdoei toda a tua dívida, porque me rogaste. 
33Não devias, também tu, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?' 
34Assim, encolerizado, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a sua dívida. 
35Eis como meu Pai celeste agirá convosco, se cada um de vós não perdoar, de coração, ao seu irmão. " 


V. A Igreja, primícias do Reino dos Céus 
2. DISCURSO SOBRE A IGREJA
Parábola do devedor implacável; 
O Evangelho de Mateus; 18: 23-35

em "A Bíblia de Jerusalém".




O empregado mau; 18: 21-35
Em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
 em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
A parábola do credor incompassivo; 18: 23-35

Ensinamento sobre o puro e o impuro; MATEUS; 15: 10-20

10Em seguida, chamando para junto de si a multidão, disse-lhes: "Ouvi e entendei! "Não é o que entra pela boca que torna o homem impuro, mas o que sai da boca, isto sim o torna impuro". 
12Então os discípulos, acercando-se dele, disseram-lhe: "Sabes que os fariseus, ao ouvirem o que disseste, ficaram escandalizados?" 
13Ele respondeu-lhes: "Toda planta que não foi plantada por meu Pai celeste será arrancada. 
14Deixai-os. São cegos conduzindo cegos! Ora, se um cego conduz outro cego, ambos acabarão caindo num buraco". 
15Pedro, interpelando-o, pediu-lhe: "Explica-nos a parábola". 
16Disse Jesus: "Nem mesmo vós tendes inteligência? 
17Não entendeis que tudo o que entra pela boca vai para o ventre e daí para a fossa? 18Mas o que sai da boca procede do coração e é isto que torna o homem impuro. 
19Com efeito, é do coração que procedem más intenções, assassínios, adultérios, prostituições, roubos, falsos testemunhos e difamações. 
20São essas coisas que tornam o homem impuro, mas o comer sem lavar as mãos não o torna impuro". 

V. A Igreja, primícias do Reino dos Céus 
1. PARTE NARRATIVA
Ensinamento sobre o puro e o impuro; 
O Evangelho de Mateus;15: 10-20

Em "A Bíblia de Jerusalém"






Jesus fala sobre a impureza;15: 10-20
presente também em:
O Evangelho de Marcos; 7: 14-23
Em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
 em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
Jesus e a tradição dos anciãos. 
O que  contamina o homem15: 1-20
presente também em:
O Evangelho de Marcos; 7: 1-23.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Visita a Nazaré; MATEUS; 13; 53-58

53Quando Jesus acabou de proferir essas parábolas, partiu dali 
54e, dirigindo-se para a sua pátria, pôs-se a ensinar as pessoas que estavam na sinagoga, de tal sorte que elas se maravilhavam e diziam: "De onde lhe vêm essa sabedoria e esses milagres? 
55Não é ele o filho do carpinteiro? Não se chama a mãe dele Maria e os seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? 
56E as suas irmãs não vivem todas entre nós? Donde então lhe vêm todas essas coisas?" 57E se escandalizavam dele. Mas Jesus lhes disse: "Não há profeta sem honra, exceto em sua pátria e em sua casa".
58E não fez ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles. 

V. A Igreja, primícias do Reino dos Céus 
1. PARTE NARRATIVA 
Visita a Nazaré; 
O Evangelho de Mateus; 13; 53-58

Em "A Bíblia de Jerusalém"


Jesus em Nazaré; 13; 53-58
presente também em:
O Evangelho de Marcos; 6: 1-6
O Evangelho de Lucas; 4: 16-30
Em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
 em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
Jesus prega em Nazaré.
É regeitado pelos seus; 13; 53-58
presente também em:
O Evangelho de Marcos; 6: 1-6
O Evangelho de Lucas; 4: 16-30


Conclusão; MATEUS; 13: 51-52

51Entendestes todas essas coisas?" Responderam-lhe: "Sim". 
52Então lhes disse: "Por isso, todo escriba que se tornou discípulo do Reino dos Céus é semelhante a um pai de família que do seu tesouro tira coisas, novas e velhas". 

IV. O mistério do Reino dos Céus 
2. DISCURSO DAS PARÁBOLAS
Conclusão;
Evangelho de Mateus; 13: 51-52

Em "Bíblia  de Jerusalém".

Verdades novas e velhas; 13: 51-52
Em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
 em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
Coisas novas e velhas; 13: 51-52

Parábola da rede; MATEUS; 13: 47-50

47O Reino dos Céus é ainda semelhante a uma rede lançada ao mar, que apanha de tudo. 48Quando está cheia, puxam-na para a praia e, sentados, juntam o que é bom em vasilhas, mas o que não presta, deitam fora. 
49Assim será no fim do mundo: virão os anjos e separarão os maus dentre os justos 
50e os lançarão na fornalha ardente. Ali haverá choro e ranger de dentes. 

IV. O mistério do Reino dos Céus 
2. DISCURSO DAS PARÁBOLAS
Parábola da rede;
O Evangelho de Mateus; 13: 47-50 
Em "A Bíblia de Jerusalém"


A rede; 13: 47-50 
Em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
 em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
A parábola da rede; 13: 47-50 

Parábolas do tesouro e da pérola; MATEUS; 13:44-46

44O Reino dos Céus é semelhante a um tesouro escondido no campo; um homem o acha e torna a esconder e, na sua alegria, vai, vende tudo o que possui e compra aquele campo. 45O Reino dos Céus é ainda semelhante a um negociante que anda em busca de pérolas finas. 
46Ao achar uma pérola de grande valor, vai, vende tudo o que possui e a compra. 

IV. O mistério do Reino dos Céus 
2. DISCURSO DAS PARÁBOLAS
Parábolas do tesouro e da pérola;
Evangelho de Mateus; 13:44-46

Em "Bíblia  de Jerusalém".



O tesouro escondido; 13: 44
A pérola; 13:45-46
Em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
 em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
A parábola do tesouro escondido; 13: 44
A parábola da pérola; 13: 45-46.

Explicação da parábola do joio; MATEUS; 13: 36-43

36Então, deixando as multidões, entrou em casa. E os discípulos chegaram-se a ele, pedindo-lhe: "Explica-nos a parábola do joio no campo". 
37Ele respondeu: "O que semeia a boa semente é o Filho do Homem. 
38O campo é o mundo. A boa semente são os filhos do Reino. O joio são os filhos do Maligno. 
39O inimigo que o semeou é o Diabo. A colheita é o fim do mundo. Os ceifadores são os anjos. 
40Da mesma forma que se junta o joio e se queima no fogo, assim será no fim do mundo: 41o Filho do Homem enviará seus anjos e eles apanharão do seu Reino todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade 
42e os lançarão na fornalha ardente. Ali haverá choro e ranger de dentes. 
43Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. O que tem ouvidos, ouça! 

IV. O mistério do Reino dos Céus 
2. DISCURSO DAS PARÁBOLAS
Explicação da parábola do joio;
Evangelho de Mateus; 13: 36-43
Em "Bíblia  de Jerusalém".


Por que Jesus usava comparações; 13: 34-43
presente também em:
O evangelho de Marcos; 4: 33-34
Em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
 em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
A explicação da parábola do Joio; 13: 36-43.


As multidões só entendem parábolas; MATEUS; 13: 34-35

34Jesus falou tudo isso às multidões por parábolas. E sem parábolas nada lhes falava, 35para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Abrirei a boca em parábolas; proclamarei coisas ocultas desde a fundação do mundo. 

IV. O mistério do Reino dos Céus 
2. DISCURSO DAS PARÁBOLAS
As multidões só entendem parábolas; 
Evangelho de Mateus; 13: 34-35

Em "Bíblia  de Jerusalém".


Por que Jesus usava comparações; 13: 34-43
presente também em:
O evangelho de Marcos; 4: 33-34
Em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
 em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
Por que Jesus falou por parábola; 13: 33-34
presente também em:
O evangelho de Marcos; 4: 33-34.


Parábola do fermento; MATEUS; 13:33

33Contou-lhes outra parábola: "O Reino dos Céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e pôs em três medidas de farinha, até que tudo ficasse fermentado". 

IV. O mistério do Reino dos Céus 
2. DISCURSO DAS PARÁBOLAS
Parábola do fermento;
Evangelho de Mateus; 13:33

Em "Bíblia  de Jerusalém".




O fermento; 13: 33
presente também em:
O evangelho de Lucas; 13: 20-21
Em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
 em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
A parábola do fermento; 13: 20-21
presente também em:
O evangelho de Lucas;13: 20-21.

Parábola do grão de mostarda; MATEUS; 13: 31-32

31Propôs-lhes outra parábola, dizendo: "O Reino dos Céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo. 
32Embora seja a menor de todas as sementes, quando cresce é a maior das hortaliças e torna-se árvore, a tal ponto que as aves do céu se abrigam nos seus ramos". 


IV. O mistério do Reino dos Céus 
2. DISCURSO DAS PARÁBOLAS
Parábola do grão de mostarda;
Evangelho de Mateus; 13: 31-32

Em "Bíblia  de Jerusalém".

A semente de mostarda; 13: 31-32
presente também em:
O evangelho de Marcos; 4: 30-32
O evangelho de Lucas; 13: 18-19
Em "A Bíblia na Linguagem de Hoje"
e,
 em "Bíblia Sagrada" 
traduzida por João Ferreira de Almeida,
A parábola do grão de mostarda; 13: 31-32
presente também em:
O evangelho de Marcos; 4: 30-32
O evangelho de Lucas; 13: 18-19.